O filme provocou um furacão em mim. Senti meu coração pulsar forte, como há muito tempo não sentia. O vento forte revirou sentimentos e pensamentos. E eles ainda flutuam pelo ar...
Alice. Bem sucedida, culta, mãe, professora e esposa. Mas humana.... como cada um de nós. E como todo humano, não escapou das mazelas da vida. 50 anos, muito para alguns, mas pouco para o Alzheimer. Ele não se importou... Tomou conta da sua mente e corpo. Mas não da sua alma...
Alice, que dominava a arte de perder, e perder até a própria identidade, descobriu que não importa o quanto a vida nos leve, algo sempre fica. E no final, quando não sabemos sequer quem somos, só nos resta uma coisa: o amor. E todas as pessoas que em em algum momento o tornaram algo real.
É tudo sobre o amor.
Para Alice restou a a alma. E por isso, não lhe faltou o amor. Porque ao contrário do que pensam, ele não reside no coração, que também pode ser, em algum momento, tirado de nós...
Mas na alma.
Para sempre Alice.
Para sempre amor.
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