Sempre gostei de blogs, colunas, contos e todo tipo de texto alternativo. Sem regras, que surgem de uma fala cotidiana, da aparência do céu ou da notícia na TV. Hoje mesmo, li alguns textos interessantíssimos e fico admirada com a capacidade de muitos, em se expressar com as palavras. Do seu jeito, com a sua opinião.
E aí, entre um site e outro, pensei: "e o meu blog?". E quando me dei conta, já não sabia o login ou a senha. Algumas trocas de emails com o Sr. Google, e finalmente consegui acessar minhas postagens. E o que encontro? Uma data assustadora: 18 de julho de 2013. Como assim? Quando foi que escrever deixou de ser prioridade? Não sei. E isso me levou a pensar em como as vezes o trabalho, o celular, a cabeça cheia nos afasta do que somos. Sim, porque não sou marionete da vida, não sou dessas escravas da rotina. E se é isso que sou, porque passo tanto tempo fazendo coisas tão banais, que me afastam da minha essência. Não sei.
E entre essas perguntas sem respostas, decidi que a partir de hoje escrevo pra mim. Sim, pra mim e mais ninguém. Entrarei aqui pra contar minha ideias, revisar meu dia, meus pequenos (des)acontecimentos. Não importa a quem agrade.
Não desejo ser uma blogueira famosa.
Não desejo postagens com milhões de acesso.
Desejo apenas escrever...
E ser escrevista de mim mesma.
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