sábado, 30 de junho de 2007

Sintaxe à vontade

"Sem horas e sem dores!
Respeitável público pagão!
Bem vindo ao teatro mágico!Sintaxe a vontade..."
A partir de sempre, toda cura pertence a nós, toda resposta e dúvida.Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser, todo verbo é livre para ser direto ou indireto. Nenhum predicado será prejudicado. Nem tão pouco a vírgula, nem a crase nem a frase e ponto final!

Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas,entre vírgulas...E estar entre vírgulas é aposto,e eu aposto o oposto que vou cativar a todos sendo apenas um sujeito simples. Um sujeito e sua oração. Sua pressa e sua prece, que a regência da paz sirva a todos nós... Cegos ou não, que enxerguemos o fato de termos acessórios para nossa oração. Separados ou adjuntos, nominais ou não, façamos parte do contexto da crônica e de todas as capas de edição especial, sejamos também o anúncio da contra-capa. Ser a capa, mas ser contra-capa é a beleza da contradição. É negar a si mesmo,e negar a si mesmo, é muitas vezes, encontrar-se com Deus. Com o teu Deus.
Sem horas e sem dores, que nesse encontro que acontece agora, cada um possa se encontrar no outro até porque...
Tem horas que a gente se pergunta...por que é que não se junta tudo numa coisa só?






*O Teatro Mágico*
Se você nunca ouviu, deveria...
Músicas qeu falam da vida...
Excelente!

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