sexta-feira, 25 de julho de 2008

Versículo de cabeceira:

"Clama a mim, e responder-te-ei,e anunciar-te-ei, coisas grandes e maravilhosas que não sabes." Jeremias 33.3


[Ele tem sempre o melhor. Basta clamar. Basta buscar. E tocar as Suas vestes, como criança inocente. Acredite. Ele pode mudar a sua história.]

.Caixinha da vida.

"...Tem coisas no passado, que jamais vão te deixar.. Elas precisam estar com você. Mesmo que na lembrança. Não pra te atormentar.. Mas pra lembrar o quanto vale a pena viver! Pessoas..Momentos. Lugares, cheiros e cores. Há coisas que são inesquecíveis. Essas eu levo comigo. São minha caixa da vida!..."

Incrível como o passado as vezes se torna mais presente, que o próprio dito cujo que carrega esse nome. Bom e ruim, depende de que ponto você está analisando. Digamos que você esteja no lado "bom" da ponte. Do lugar em que está, você enxerga apenas os prós, nada de contras. Daí você é capaz de perceber o quanto algumas lembranças nos fazem bem. A infância que um dia ficou pra trás. A amarelinha rabisca no fundo do quintal. O bolo esfriando na janela. O joelho ralado. Segundos após encontra o primeiro beijo, sorridente, transitando com toda simplicidade. O colo dos avós.. E olha quem está logo a frente, com toda pompa e pose:o seu baile de formatura. Aah.. Quantas coisas boas já passei. É o que você provavelmente pensa. Tantos momentos que valem a pena ser relembrados. Momentos estes que você nunca quer deixar pra trás.
Agora vejamos. Você está do outro lado. Este não parece nada com aquele mundinho cor de rosa que acabamos de ver. Logo no primeiro passo você encontra a sua velha bicicleta. E recorda que jamais conseguiu aprender a andar. Pouco mais a frente, cabisbaixo, você avista as notas ruins daquele semestre, o verão que foi arruinado por recuperações escolares. O fora da primeira garota que você gostou se encontra logo ali. O não dos pais quando você disse que tinha aquela balada pra ir. A morte dos avós. Puxa, é a mesma ponte?! Sim. Você ainda se encontra no mesmo lugar. Mas lembre-se. Em lados opostos.
Já chega. Lembranças ruins demais para estarem tão vivas ainda. Você decide ir embora. E logo quando se aproxima do final do caminho, resolve olhar pra trás. Quer ter certeza de que nada daquilo qeu acabara de ver está seguindo sua sombra.
O que é aquilo!? De repente você nota que as lembranças se cruzam. Estão exatamente no meio da ponte. O que elas estão tentando me dizer?! Você para. E por alguns segundos observa cada movimento. Elas se misturam. Conversam. Trocam olhares. Silêncio.Apenas um passo. O espanto está na sua face. O pé pousou no lado errado. Ela se dirigiu ao lugar oposto as suas origens. E todas as outras repetiram o processo...
Não era o lado errado, apenas não esxite lado certo.

Você sorriu. Singelamente, mas estou certa de que foi um sorriso. Agora deixa a ponte em paz. Paz consigo mesmo. Paz com seu passado. E ao retornar para o presente, pensamentos lhe ocorrem: "Eu sei. Entendo o que queriam me dizer. Nada é tão ruim que não tenha deixado uma lição, e nada é tão bom que não de deva ser deixado no seu devido lugar. Aliás, nada é bom ou ruim. Isto é uma questão de perspectiva. Depende do lado que você escolhe estar."

quinta-feira, 17 de julho de 2008

.Fantoches da vida..do mundo.

Apresento-lhes o "Gran Teatro del Mundo"

Espetáculo:"Fantoches de la vida"


Elenco: Você. Eu. Nós. A humanidade.


"Porque poucas pessoas são na essência do significado. Vivem a mercê dos dias, do tempo, e tronam-se prisioneiras de si mesmo. Sua meta: Liberdade de ser, aquilo que se desejava desde os primórdios..desde a existência."

Personalidades fantasiosas. Incrível a rapidez com que elas têm ganhado o mundo. Dizem por aí que a culpa de tudo que há de ruim no mundo é da sociedade. Mas, convido-lhes a parar, pensar e refletir comigo. E presunçosamente, gostaria de levá-los a um desacordo. Quero tratar de um outro vilão. O cárater. Ou a falta dele. Sim, porque é ausência de tal, que permite com que as pessoas, consumam o lixo que lhes é imposto todos os dias. Moda, consumismo, status, riqueza, luxo, e poderia citar tantas outras futilidades que têm subido a cabeça do povo. Há muito não se sabe reter apenas o que é bom. A mente das pessoas se revela todos os dias um verdadeiro "lixão", que sem qualquer critério de avaliação recebe tudo aquilo que lhe é oferecido. É triste. É desesperador ver o rumo que o mundo tem tomado. Pessoas cada vez mais preconceituosas e sem personalidade geram uma sociedade exatamente assim: preconceituosa e com o mínimo de originalidade.
Hoje é moda copiar o pensamento dos outros. Roubar idéias e conhecimento, e ter isso como um meio mais fácil de se adquirir algum tipo de instrução.
Existe um grito por socorro. Por pessoas que se reiventem, e acreditem na renovação do próprio estilo de vida. Precisamos desesperademte de loucos. Sim, de pessoas com uma ousadia capaz de romper os padrões da sociedade, sem se preocupar com o que outrém irá dizer. Porque são mentes assim que tem nas mãos a chave das cadeias que prendem a todos nós neste caus.
Temo que isto não aconteça. Temo que possamos viver a mercê deste grande espetáculo, que na verdade, não tem platéia. Pois as cadeiras estão vazias... Os lugares foram trocados pelo palco. E nele, caminham fantoches. Pessoas criadas por conceitos já existentes, com uma mente que não é capaz de sobreviver sozinha. Estão todos sendo controlados. São fantoches da vida.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Sem porquê, sem pra quê

Chega um momento que é preciso mudar. Não adianta. A mudança bate a porta como alguém que muito não fica em casa, e está louco pra entrar. E por mais assustadores que possam parecer os seus "toc, toc", acredite: ela é apenas uma boa menina.
Faz parte da vida. Chega um dia que não dá mais pra continuar do mesmo jeito. Não que você vá mudar de personalidade. Não mesmo. Taí a uma das únicas coisas que devem permanecer intactas durante a nossa vida. Mas quanto a todas as outras, ou quase todas, precisam mudar de alguma forma. E é sobre estas que eu quero falar. Estilo de vida.. Atitudes, gestos, rotina.. Não dá pra passar uma vida inteira vivendo da mesma forma. Confesso que uma coisa que me irrita muito é o marasmo. O fato de ter dias monótonos e rotineiros, que se apertarmos um botão, ele automaticamente te proporciona 24hrs tranquilamente, é simplesmente inaceitável. E acho que isso devia incomodar a todos. Porque é pelo incômodo que surge o desejo de mudar. E é uma sensação gostosa, quase que inexplicável quando percebemos que a mudança toruxe companhia. O inesperado. E ele vem cheio de surpresas.. Por mais que você não saiba os motivos, ou os porpósitos da sua visita, você literalmente necessita dele. Precisa desse frio na barriga por não saber o que está por vir. Do sorriso estampado no rosto ao perceber que não foi tão dificíl render-se as transformações que por mais assustadoras que pareciam, na verdade rendeu-lhe bons resultados. Ou quem sabe vc precisa das lágrimas que correm pelo face dizendo que a decepção vai se revelar um grande aprendizado.
Não importa como seja, ou porque seja.. Acredite no poder na mudança.
Acredite no que você é capaz de fazer quando diz: " Eu quero."
E se acaso o medo da incerteza aparecer de penetra em tua porta, lembre-se que vale a pena correr o risco. Afinal o que se tem a perder, quando almejas o melhor?!


Diga não a motonomia.
Viva e irradie prazer.
Irradie vida!

domingo, 13 de julho de 2008

Dispersa por algum tempo. Mas nunca adormecida.
É que as vezes falta tempo para separar no dicionário palavras que se encaixem. Que juntas formem um esboço daquilo que se deseja expressar.
Tudo bem. Falta de tempo talvez seja apenas uma desculpa.. E as palavras?! Na verdade nunca foi necessário analisá-las com tanto cuidado assim, afinal trata-se de mim. De vida, de caminhos errantes e incertos que passei.. E neles vale o que vier. E como vier. Palavras que passeiam pelos pensamentos. Vazias, profundas, inconstantes ou não.
Mas confesso, que por mais que eu ame isto, as vezes vacilo em permitir que tantas outras coisas, e muitas delas um tanto quanto inúteis perto da importância de se fazer aquilo que dá prazer, tomem conta de mim. Digamos qeu seja mais cômodo não parar pra refletir e dizer aquilo que se sente. Mas, se é que me lembro isto vai contra os meus princípios. Viver e não saber daquilo qeu se vive é um equívoco. Portanto, volto a lhe escrever... Volto a contar-lhe sobre meus dias, e sentimentos inusitados. A falar-lhe deste mundo louco em que vivo, e para o fim trágico que a humanidade caminha.
Contudo, espero que estas entrelinhas sejam a expressão de alguém que hu,ildemente deseja fazer a diferença. E deseja ser "alíenigina" em meio ao caus lá de fora. Se o normal é se corromper com o lixo que é nos imposto todos os dias, e que displicentemente, e ousaria dizer, qeu prazerosamente todos consomem, confesso-lhe caro amigo, que algo melhor ainda é ser E.T.

Diário da aventureira.
D.S
Dias frios, e estranhos...
Mas radiantes.